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DIA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

JESS-PORTAL DA NOTÍCIA – EDIÇÃO 3.779 –SINDESP.ORG.BR

SÃO PEDRO                                 SÃO PAULO

Origem do Dia de São Pedro e São Paulo

A origem desta celebração é muito antiga e, supostamente, ocorre em 29 de junho, pois teria sido a data do aniversário de morte e do translado das relíquias de ambos os santos. Acredita-se que essas as festas juninas foram inspiradas nos rituais de comemoração da fertilidade da terra, no período PRÉ- GREGORIANO, durante o solstício de verão na Europa. Posteriormente, foram adotadas pela Igreja Católica como homenagem aos santos do mês. No Brasil, os registros históricos apontam que desde o século XVII as festas juninas eram comemoradas. O dia de São Pedro e São Paulo tem como objetivo manter viva na memória dos cristãos as origens da Igreja e, por isso, são celebrados no mesmo dia, pois estavam unidos no mesmo propósito. Esta data ainda é considerada o Dia do Papa, pois São Pedro, segundo os católicos, foi o primeiro Papa da Igreja, além de ter sido o que permaneceu por mais tempo com esse título (37 anos).

APÓSTOLO SÃO PEDRO

Pedro(Simão) era um pescador no Mar da Galileia e largou sua vida para seguir Jesus, sendo apontado como seu sucessor entre os doze apóstolos e teve a missão de construir uma igreja que continuasse a obra do Messias. Uma das histórias mais conhecidas sobre a vida de Pedro foi a ocasião em que o apóstolo negou Jesus três vezes ao seu mestre ser preso, sendo tomado pelo arrependimento em seguida. Para os católicos, São Pedro recebeu a missão de ser líder da Igreja de Cristo, assim como diz as escrituras “Tu és pedra, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja” (Mateus 16:18). “TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM”  “O dia de São Pedro também é oportuno para recordar a trajetória desse apóstolo, que, ainda na primeira metade do século I a.C., cruzou a Palestina e chegou a estabelecer-se na cidade de ANTIOQUIA, na atual Turquia. Logo depois seguiu para Roma e começou a promover a ordenação de bispos e sacerdotes. A força espiritual e institucional de Pedro exerceu uma importância tremenda na formação da Cristandade.

APÓSTOLO SÃO PAULO

Paulo de Tarso, cuja conversão ocorreu quando estava em direção à cidade de Damasco, conforme os registros de Atos 9:3-5: “Durante a viagem, estando já em Damasco, subitamente o cercou uma luz resplandecente vinda do céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’. Saulo então diz: ‘Quem és, Senhor?’. Respondeu Ele: ‘Eu sou Jesus, a quem tu persegues.” Paulo, anteriormente chamado de Saulo de Tarso, foi um dos grandes perseguidores da Igreja e dos discípulos de Cristo. No entanto, converteu- se, mudou de nome e se tornou um dos grandes evangelizadores da igreja primitiva, tornando-se um dos responsáveis pela sua expansão. São Paulo, Apóstolo (5- 67) foi um apóstolo de Cristo, um dos maiores propagadores do cristianismo e autor de catorze epístolas do Novo Testamento. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém. Paulo é considerado o Apóstolo dos Gentios, o maior missionário da história, o primeiro teólogo cristão. Era fariseu, convertido a Cristo, e consagrado, sem reservas, ao anúncio da encarnação, morte e ressurreição de Jesus. Seu martírio é recordado. Entre 50 e 62, Paulo escreveu suas epístolas, das quais catorze conseguiram sobreviver: Romanos, 1.ª e 2.ª Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1.ª e 2.ª Tessalonicenses, 1.ª e 2.ª Timóteo, Tito, Filemon e Hebreus.Nas epístolas, São Paulo trata da doutrina, da ética cristã e da organização da Igreja. (Na Bíblia, as Epístolas seguem-se aos Evangelhos e aos Atos dos Apóstolos).Em 64, após o incêndio em Roma, que recaiu sobre os cristãos, São Paulo, Apóstolo foi novamente preso e levado para os arredores de Roma quando, em 67, ele foi decapitado. O dia festivo de São Paulo é 29 de junho, juntamente com São Pedro. Ambos morreram martirizados. São Pedro foi crucificado, mas pediu para que a cruz ficasse de cabeça para baixo, pois não se sentia digno de ter a mesma morte que seu mestre.