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Envelhecer É Doença? Entenda Diferença Entre Senescência E Senilidade

JESS-PORTAL DA NOTÍCIA – EDIÇÃO 2.728-SINDESP.ORG.BR

Reproduzimos, a seguir, reportagem da página VIVABEM, espaço dedicado à saúde e qualidade de vida do portal uol. O desejo de viver uma vida longeva é bastante comum. no entanto, muita gente teme adentrar a velhice por associar essa fase da vida a uma etapa de doença.

De fato, algumas pessoas vão chegar ao final da vida debilitadas e portadoras de doenças; o tema, aliás, já foi até analisado por um estudo famoso da revista científica THE LANCET. O “global BURDEN OF DISEASES” (carga global de doenças, em tradução livre) faz um cálculo para chegar ao número de anos vividos por indivíduos com alguma deficiência. a última versão, mostra que tem aumentado o período vivido doenças não-transmissíveis como diabetes, hipertensão e infarto, entre outras Mas é importante dizer que não, a velhice não é uma doença. Tanto que a SBGG (sociedade brasileira de geriatria e gerontologia) tem lutado para uma alteração no cid 11, que entrará em vigor em 2022 e inclui a classificação “mg2a – velhice”. Para IVETE BERKENBROCK, geriatra e presidente da SBGG, isso não só colabora com o preconceito como prejudica a captação de dados epidemiológicos sobre o envelhecimento.

“Pessoas serão extremamente prejudicadas em contratação de planos de saúde, seguros e financiamentos pois podem ser consideradas portadoras de uma doença baseada exclusivamente em idade”, lamenta.No entanto, é importante dizer que a mudança pela qual o corpo passa durante esse processo pode, sim, tornar algumas patologias mais freqüentes Ao processo de envelhecimento associado a doenças damos o nome de senilidade. já as mudanças naturais adquiridas com o avançar dos anos são chamadas de senectude. “São alterações próprias do envelhecimento como rugas, ranqueamento dos cabelos, diminuição de estatura, entre outras”, diz o geriatra OMAR JALUUL, médico-assistente do serviço de geriatria do hc-fmusp (hospital das clínicas da faculdade de medicina da universidade de SÃO PAULO).

A questão é que muitas vezes esses processos se confundem. a memória, por exemplo, acaba sendo um pouco reduzida com a idade, mas esquecer-se ou atrapalhar-se com algo que já se sabia pode ser um sinal de problemas mais sérios. “todas as vezes que houver comprometimento das atividades de vida diária, da autonomia e da independência, estaremos em face da senilidade”, afirma a geriatra MARIA ZALI SAN LUCAS, MÉDICA DO HU-UFMA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL do maranhão) da rede EBSERH (empresa brasileira de serviços hospitalares).
Para ajudar a entender melhor esses processos, os especialistas apontam as principais diferenças entre os dois processos.
para ler a íntegra e conferir essas diferenças, acesse o link abaixo.

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/11/26/envelhecer-e-doenca-entenda-diferenca-entre-senescencia-e-senilidade.htm