
O que você precisa saber para não cometer circunstancialmente, injustiças contra pessoas e entidades dignas, sérias, respeitadas, especialmente, quando os seus dirigentes são corretos, exemplares, abnegados e de ilibada conduta e qualificados. Quando esse fato acontece, simplesmente, os integrantes ou equipes das honoras instituições oficiais são atingidos por essa desastrosa agressão. É evidente que tais atitudes constituem crimes contra à honra, à imagem e à dignidade da pessoa humana e podem ser enquadrados no direito penal, além de passiveis de ação processual.
É preciso muito cuidado para não cometer Calúnia, Difamação e Injúria. A injustiça é a qualidade de um ato, situação ou resultado que é contrário à justiça, ao direito, ou que não é merecido. Ela se manifesta como um desequilíbrio, seja entre esforço e recompensa, na violação de direitos, ou na violação de leis, princípios éticos e morais. A percepção da injustiça muitas vezes surge da violação da igualdade e pode ter fortes impactos emocionais e sociais, levando à busca por equidade e justiça.
Muitas vezes, é preciso que as pessoas conheçam o gosto amargo da injustiça com aplicados de dispositivos legais. Lembre-se do que Platão já dizia: Quem comete uma injustiça é mais infeliz que o injustiçado. Antes de serem justas ou injustas, os indivíduos julgam os outros, ainda que de forma inconsciente e rotulam os demais como injustos. É importante avaliarmos se praticamos a parcialidade e a justiça em nossa vida.
Esse texto é reflexão para aqueles que costumeiramente, praticam atos de desrespeito, ingratidão e desvalorização com entidades ou com indivíduos que são para todos nós referência em nossa história como no caso de nossas Universidades, UECE, URCA, UVA e o SINDESP como larga folha de serviços prestados a comunidade universitária, em especial aos professores. Sabemos e reconhecemos que o sindicato em épocas remotas passou por uma calamitosa, tenebrosa, triste e inconsequente gestão administrativa o que não está ocorrendo desde da séria, transparente e correta intervenção, há doze anos anteriores, mormente em se tratando dos dirigentes Gilberto Telmo Sidney Marques, Gilberto Leitão de Castro e Silva e atual direção de Inácio de Loiola Saraiva. Efetivamente, ocorreu conforme comprovados registros de uma brutal destruição física de expressivo nível em nossa sede em Fortaleza com as dependências impraticáveis para o funcionamento normal da entidade, veículos com significativas irregularidades, grave desequilíbrio financeiro exorbitantes e inúmeras dívidas, sérias anormalidades bancárias, desaparecimento de importantes documentos sindicais, em especial, de prestação de contas, exagerada folha de pagamento com 37 funcionários com altas salários, criminoso descredenciamento do plano de saúde, ações judiciais contra os insensatos dirigentes, prejuízos morais entre outros.
Hoje o SINDESP é responsável por uma exaustiva e notável recuperação em todos os aspectos com valorosas transformações oriundas de modernas e tecnológicas práticas empresariais aplicadas na defesa dos direitos dos filiados, melhores condições de trabalho em termo de salários e benefícios. Foram firmados 117 convênios e credenciamentos com conceituadas empresas prestadores de serviços, intensas articulações com importantes organizações, constantes orientações jurídicas a professores da ativa e aposentados, a pensionistas e a herdeiros, especialmente, no processo do piso salarial e outras possíveis ações trabalhistas em curso, maior proteção para os mestres, a comunicação social do SINDESP com 6.500 edições, além da assistência à comunidade universitária. É notório que ilustres filiados estão, plenamente, integrados com os princípios básicos adotados na nova gestão no que concerne a transparência, a fidelidade, a confiança, o compromisso, o planejamento estratégico, a eficiência, a produtividade, a comunicação, a coerência, a união, a participação, a gratidão, o respeito e o reconhecimento
Com certeza as nossas realizações sindicais e o rigoroso plano de trabalho funcional estão atormentando e reprimindo aqueles que nunca fizeram nada.