PORTARIA N 07/2026

PORTARIA N 07/2026
A IMPORTÂNCIA DA FILIAÇÃO SINDICAL – SINDESP CEARÁ

Para que você possa entender a importância de ser sindicalizado, primeiro deve compreender o que é um sindicato: Sindicato é uma associação de pessoas que fazem parte de um mesmo segmento trabalhista. Seu objetivo principal é a defesa dos interesses econômicos, profissionais, sociais e políticos de seus associados. Também é papel dos sindicatos organizar greves e manifestações voltadas para a melhoria salarial e das condições de trabalho da categoria. A função básica do sindicato é a representação e defesa dos interesses dos trabalhadores, especialmente, na negociação coletiva com os empregadores para garantir melhores condições de trabalho, salários e benefícios. Além disso, os sindicatos também atuam na fiscalização do cumprimento das leis trabalhistas, orientam e oferecem assistência jurídica aos seus filiados e podem organizar mobilizações para defender os direitos dos trabalhadores. Os sindicatos dedicam-se também aos estudos da área em que atuam, realizando atividades voltadas para o aperfeiçoamento profissional dos associados, como palestras, reuniões e cursos. Como uma categoria é composta por um grande número de trabalhadores com interesses diversos, ao ser sindicalizado, o trabalhador começa a fazer parte de um grupo com objetivos em comum: salário digno, melhores condições de trabalho, benefícios, perspectivas de crescimento na carreira, estabilidade, relações de trabalho democráticas, etc. Cobranças, lutas e reivindicações fazem parte do cotidiano dos trabalhadores, estão sempre no centro das disputas e conflitos inerentes à luta de classe. Neste ponto fica muito evidente a importância do sindicato: quanto mais organizado o trabalhador estiver, mais chances de vitória ele terá. Para vencer qualquer luta, é imprescindível que os trabalhadores façam parte de um sindicato forte, representativo e combativo. Direitos e conquistas são obtidos à base de muitas disputas e conflitos, são fruto de uma luta coletiva que só é possível através da estrutura sindical. Ao sindicalizar-se, você assume o seu papel de protagonista nas lutas e conquistas da sua categoria. A unidade é o que nos torna forte e o sindicato é o nosso principal elo de união e transformação.Apesar de não ser obrigatória, a sindicalização é um direito do trabalhador e um verdadeiro exercício de cidadania. Os sindicatos são os legítimos representantes dos trabalhadores junto aos empregadores e sindicalizar-se significa participar de ações que valorizam o ofício de cada trabalhador. A inscrição de novos filiados promove o fortalecimento da categoria e possibilita à assistência jurídica ou coletivos; convênios; descontos exclusivos com diversos parceiros, como clínicas, acadêmicas, lojas e muito mais; colônias de férias; homologação; confraternização e lazer; garantias da convenção coletiva; formação e informação, sobretudo uma sociedade mais justa. O Sindicato dos Docentes do Ensino Superior Público do Estado do Ceará – SINDESP formado por professores da UECE, da URCA e da UVA oferece inúmeros benefícios provenientes de acordos, credenciamentos e convênios que permitem descontos exclusivos em medicamentos ou produtos e serviços farmacêuticos, plano de saúde, lazer, apoio aos sócios ativos/aposentados e seus familiares. São 181 empresas prestadoras de serviços em diversas modalidades. A filiação no SINDESP é realizada por profissionais, altamente, qualificados, atenciosos, sociáveis e orientadores de suas entusiastas aspirações estando a cargo da assessora especial de MARKETING/DIVULGAÇÃO – SOL TELES, na ÁREA DE SAÚDE MÁRCIA OLIVEIRA e da conceituada e notável JURISTA VANESSA ALEXANDRE MAIA.
13º SALÁRIO SERÁ PAGA EM 3 DE JUNHO DE 2026

O CRÉDITO DA FOLHA DE PAGAMENTO, PRIMEIRA PARCELA DO 13º SALÁRIO, VALOR BRUTO DOS FUNCIONÁRIOS DA ATIVA, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO ESTADO DO CEARÁ FOI AUTORIZADO PELO GOVERNADOR, ELMANO DE FREITAS DA COSTA PARA PAGAMENTO EM 03.06.2026 – ANTECIPAÇÃO VALE LEMBRA-LHE QUE A 1ª PARCELA DO 13º SALÁRIO SERÁ 50% DE SEUS VENCIMENTOS BRUTOS, NÃO HAVENDO QUAISQUER DEDUÇÕES OU DESCONTOS EM FOLHA.
DISPENSA DA PROVA DE VIDA EM 2026
A PROVA DE VIDA DO INSS PASSOU A SER AUTOMÁTICA. O INSTITUTO CRUZA DADOS GOVERNAMENTAIS (COMO VOTAÇÃO, VACINAÇÃO OU EMISSÃO DE DOCUMENTOS). VOCÊ SÓ PRECISA FAZER O PROCEDIMENTO PRESENCIALMENTE NO BANCO OU PELO CELULAR CASO SEJA NOTIFICADO DIRETAMENTE PELO INSS.
Hotel Gran Marquise
Endereço: Av. Beira Mar, 3980, no bairro do Mucuripe, em Fortaleza – CE,CEP: 60165-121 Mais informação: (85) 3292-5091/ 98150-0721
DOCENTE DA UECE PARTICIPA COMO JURADO DO 4º MUNDIAL DO QUEIJO.

O professor Fernando Mourão, docente da Universidade Estadual do Ceará, integrou a banca de jurados do 4º Concurso de Queijos e Produtos Lácteos, realizado durante o 4º Mundial do Queijo do Brasil, um dos maiores eventos do segmento no país. A programação ocorreu entre os dias 16 e 19 de abril de 2026, no Teatro B32, em São Paulo. Fernando é Especialista na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em laticínios e queijos artesanais participou oficialmente da avaliação técnica dos produtos inscritos no concurso, que reuniu mais de 2.700 amostras de queijos e derivados lácteos de diversos países.
O patrimônio fossilífero brasileiro é parte da nossa história. GeoPark Cariri
O patrimônio fossilífero brasileiro é parte da nossa história, identidade e soberania científica. Em um momento decisivo para a ciência, tecnologia, educação superior e inovação no Brasil, o debate sobre a proteção, repatriação e valorização social do patrimônio paleontológico ganha ainda mais força a partir das experiências do Cariri, do Geopark Araripe Mundial da UNESCO e da Rede Global de Geoparques. Com alegria partilhamos com você o livro PATRIMÔNIO FOSSILÍFERO DO BRASIL. DIREITOS CULTURAIS E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL EM TERRITÓRIOS DE GEOPARQUES MUNDIAIS DA UNESCO NO BRASIL. Baixe o livro pelo Link na Bio ou através do QR CODE no card de divulgação. O livro é de acesso aberto, e o pdf também pode ser baixado no site da URCA https://www.urca.br/biblioteca/ Todos os capítulos têm DOI individual. Gentileza divulgar em seus grupos de pesquisas, instituições e amigos. Nosso agradecimento especial ao CNPQ, MRE, SEDES/MCTI e Governo do Ceará/SECITECE/URCA e GeoPark Araripe Mundial da UNESCO que nos ajudaram na realização do colóquio sobre patrimônio fossilífero, à missão à Alemanha e à publicação desse livro. Atenciosamente, Comitê Ciêntífico do Geopark Araripe Mundial da UNESCO José Patricio Pereira Melo Allysson Pontes Pinheiro. Venha conhecer o Araripe UGGp!
URCA amplia vagas para professores substitutos

A Universidade Regional do Cariri (URCA) publicou o Aditivo nº 01/2026 ao Edital nº 06/2026, que trata do processo seletivo para contratação de professores substitutos e temporários. O documento amplia o quadro de vagas, incluindo novas oportunidades para os campi de Crato, Campos Sales e Missão Velha. Com a atualização, foram adicionadas vagas especialmente para áreas como Química e Medicina, atendendo à necessidade de reforço no corpo docente e garantindo a continuidade das atividades acadêmicas. As novas vagas seguem as mesmas regras, prazos e etapas já estabelecidas no edital original. O quadro atualizado prevê oportunidades distribuídas em diferentes setores de estudo, com cargas horárias de 40 horas semanais, contemplando ampla concorrência e ações afirmativas. Ao todo, o aditivo eleva o número de vagas disponíveis, fortalecendo o ensino, a pesquisa e a extensão na instituição. A medida também considera demandas emergenciais dos cursos, assegurando a manutenção da qualidade acadêmica e o pleno funcionamento das atividades universitárias. O aditivo já está em vigor desde a data de sua publicação.
Egresso da UVA Entre os Pesquisadores Mais Influentes do Mundo em Ciências Animais.
O pesquisador cearense Robson Mateus Freitas Silveira, egresso da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), conquistou destaque internacional ao figurar entre os pesquisadores mais influentes do mundo em Ciências Animais, segundo o ranking ScholarGPS 2025. Na avaliação dos últimos cinco anos, sem contabilizar autocitações, Robson aparece no Top 1% mundial em Animal Sciences e ocupa o 2º lugar mundial em Biometeorologia/Bioclimatologia Animal, especialidade que investiga as relações entre clima, fisiologia animal, bem-estar e sustentabilidade. Natural do Ceará, construiu sua trajetória pela educação pública: graduado em Zootecnia pela UVA (2016), mestrado na mesma instituição (2019) e doutorado pela ESALQ/USP (2025), com intercâmbios científicos na Bélgica e Espanha. Atualmente em pós-doutorado na ESALQ/USP, desenvolve pesquisas na interface entre produção animal, mudanças climáticas e inteligência artificial. Com mais de 110 artigos científicos publicados e índice h=16 na Scopus, recebeu em 2025 o Prêmio SBZ de Excelência Discente. Seu trabalho sobre vulnerabilidade de rebanhos às mudanças climáticas repercutiu em mais de 100 veículos nacionais e internacionais, consolidando o protagonismo crescente da ciência brasileira em temas ligados à sustentabilidade e produção animal.
Marisa Aderaldo: Transformou a Inclusão na UECE

Legado de 25 anos deixa marcas profundas na universidade e na vida de centenas de estudantes Fortaleza – Após 25 anos dedicados à Universidade Estadual do Ceará (UECE), a professora Marisa Ferreira Aderaldo encerra sua trajetória deixando um legado que vai muito além das salas de aula. Sua história é a de uma mulher que reinventou sua vida profissional e, sem planejamento prévio, tornou-se uma das figuras mais importantes na construção de uma universidade mais inclusiva e acessível. Natural de São Paulo e formada pela Universidade de São Paulo (USP), Marisa chegou ao Ceará em 1996 sem imaginar que a docência universitária seria seu destino. Após duas décadas trabalhando no Banco do Brasil, ela decidiu recomeçar do zero. “Ser professora de universidade nunca esteve nos meus planos”, relembra com a segurança de quem fez a melhor escolha de sua vida. Da Sala de Aula à Gestão Universitária Iniciando como professora de português, Marisa logo migrou para a língua espanhola, sua verdadeira paixão. Em 2003, após ser aprovada em concurso público, consolidou sua posição no curso de Letras do Centro de Humanidades. Mas a sala de aula, embora sempre seu lugar de pertencimento, não foi seu único espaço de atuação. Ao longo dos anos, ela transitou por diferentes setores da universidade, atuando como coordenadora do Núcleo de Línguas, no Laboratório de Tradução Audiovisual (LATAV) e na pós-graduação. “Meu coração ainda pertence à sala de aula”, afirma Marisa, guardando em seu coração os reencontros com ex-alunos que se tornaram professores, pesquisadores e doutores. Uma de suas recordações mais tocantes é a de uma ex-aluna que, duas décadas depois, lembrava-se de um texto sobre o discurso de García Márquez ao receber o Nobel. “Isso não tem preço. Faria tudo de novo. Com erros e com acertos”, diz emocionada. O Divisor de Águas: A Inclusão O ponto de inflexão em sua trajetória chegou em 2021, quando foi convidada a ser assessora do Núcleo de Apoio à Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência (Naai/UECE). Sem experiência prévia na área, mas munida de sensibilidade e compromisso, Marisa mergulhou no desafio de transformar a inclusão em uma questão sistêmica na universidade. “A gente construiu, de fato, a base da inclusão e da acessibilidade na UECE. Nós conseguimos transformar a inclusão numa questão sistêmica”, afirma com a consciência de quem ajudou a estruturar políticas e práticas que hoje impactam toda a instituição. As mudanças foram concretas e significativas. Servidores da biblioteca aprenderam a receber estudantes com deficiência adequadamente. O Restaurante Universitário adaptou suas marmitas para alunos com seletividade alimentar. O sistema acadêmico ganhou uma coluna específica para informações de acessibilidade. “Todo mundo tem que entender que tem um pouco da responsabilidade”, enfatiza Marisa, defendendo uma abordagem coletiva para a inclusão. Histórias que Emocionam Os momentos mais marcantes de sua trajetória no Naai são as colações de grau de estudantes com deficiência. “É a atividade-fim da universidade se realizando. É emocionante ver essas histórias sendo concluídas e ver a alegria das famílias”, relata com os olhos brilhando. Marisa guarda com carinho a memória de Anderson, aluno surdo do curso de Educação Física, dançando quadrilha sem errar um passo, com o suporte dos intérpretes do Naai. Recorda também de Elanine, que perdeu a visão aos 15 anos e hoje realiza estágio supervisionado numa escola, acompanhada por um auxiliar que descreve os movimentos das crianças em tempo real. Uma das histórias que mais a tocou foi a de um estudante que tentou o TCC quatro vezes antes de finalmente ser orientado com as adaptações certas. Após sua aprovação, ele enviou uma carta de agradecimento ao núcleo. “Como não ficar emocionada? Você recebe uma cartinha de agradecimento e percebe que valeu cada domingo trabalhado!”, indaga a professora aposentada. Uma Universidade de Acolhida Para Marisa, cada conquista carrega o esforço coletivo de uma rede que envolve professores, técnicos, gestores e famílias, reafirmando o papel social da universidade pública. Ela fala com profunda gratidão sobre sua experiência na UECE. “Eu tenho uma gratidão ‘tão’ grande porque ser professora universitária nunca esteve nos meus planos. Foi sem planejamento e foi a melhor coisa que me aconteceu!”, declara. E complementa: “a UECE foi um espaço de acolhida. Eu fui acolhida, e depois acolhi.” Essa filosofia de acolhimento é, segundo ela, o que sustenta a vida universitária. “A gente tem que estar sempre disposto a abraçar as pessoas. É muito bom ser abraçado, mas também é muito bom abraçar.” Um Novo Tempo Agora, vivendo um novo tempo, Marisa se permite desacelerar. Dedica mais atenção à família, planeja viajar e cuidar da saúde. Eventualmente, pretende continuar contribuindo com aquilo que ama, como a audiodescrição, área em que foi uma das pioneiras na pesquisa acadêmica. “Se eu voltar a trabalhar, vai ser de forma mais tranquila, no meu tempo, do meu jeito”, afirma com tranquilidade. Mas há algo que permanece inabalável: seu vínculo com a UECE. “Eu saio da UECE, mas a UECE não sai de mim”, diz com certeza. As resoluções que ajudou a escrever continuam vigentes. O Naai segue de pé, com uma equipe altamente qualificada. E por cada campus, há estudantes com deficiência que chegam, permanecem e se formam, em parte porque alguém, lá em 2021, resolveu recomeçar do zero. À professora Marisa Aderaldo, a Universidade Estadual do Ceará agradece o compromisso inabalável com a inclusão e o legado transformador deixado para as gerações futuras. Fonte: UECE