{"id":4873,"date":"2026-05-15T10:07:51","date_gmt":"2026-05-15T13:07:51","guid":{"rendered":"https:\/\/sindesp.org.br\/?p=4873"},"modified":"2026-05-15T10:07:51","modified_gmt":"2026-05-15T13:07:51","slug":"marisa-aderaldo-transformou-a-inclusao-na-uece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/2026\/05\/15\/marisa-aderaldo-transformou-a-inclusao-na-uece\/","title":{"rendered":"Marisa Aderaldo: Transformou a Inclus\u00e3o na UECE"},"content":{"rendered":"<p>Legado de 25 anos deixa marcas profundas na universidade e na vida de centenas de estudantes<\/p>\n<p>Fortaleza \u2013 Ap\u00f3s 25 anos dedicados \u00e0 Universidade Estadual do Cear\u00e1 (UECE), a professora Marisa Ferreira Aderaldo encerra sua trajet\u00f3ria deixando um legado que vai muito al\u00e9m das salas de aula. Sua hist\u00f3ria \u00e9 a de uma mulher que reinventou sua vida profissional e, sem planejamento pr\u00e9vio, tornou-se uma das figuras mais importantes na constru\u00e7\u00e3o de uma universidade mais inclusiva e acess\u00edvel.<\/p>\n<p>Natural de S\u00e3o Paulo e formada pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Marisa chegou ao Cear\u00e1 em 1996 sem imaginar que a doc\u00eancia universit\u00e1ria seria seu destino. Ap\u00f3s duas d\u00e9cadas trabalhando no Banco do Brasil, ela decidiu recome\u00e7ar do zero. &#8220;Ser professora de universidade nunca esteve nos meus planos&#8221;, relembra com a seguran\u00e7a de quem fez a melhor escolha de sua vida.<\/p>\n<p>Da Sala de Aula \u00e0 Gest\u00e3o Universit\u00e1ria<\/p>\n<p>Iniciando como professora de portugu\u00eas, Marisa logo migrou para a l\u00edngua espanhola, sua verdadeira paix\u00e3o. Em 2003, ap\u00f3s ser aprovada em concurso p\u00fablico, consolidou sua posi\u00e7\u00e3o no curso de Letras do Centro de Humanidades. Mas a sala de aula, embora sempre seu lugar de pertencimento, n\u00e3o foi seu \u00fanico espa\u00e7o de atua\u00e7\u00e3o. Ao longo dos anos, ela transitou por diferentes setores da universidade, atuando como coordenadora do N\u00facleo de L\u00ednguas, no Laborat\u00f3rio de Tradu\u00e7\u00e3o Audiovisual (LATAV) e na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Meu cora\u00e7\u00e3o ainda pertence \u00e0 sala de aula&#8221;, afirma Marisa, guardando em seu cora\u00e7\u00e3o os reencontros com ex-alunos que se tornaram professores, pesquisadores e doutores. Uma de suas recorda\u00e7\u00f5es mais tocantes \u00e9 a de uma ex-aluna que, duas d\u00e9cadas depois, lembrava-se de um texto sobre o discurso de Garc\u00eda M\u00e1rquez ao receber o Nobel. &#8220;Isso n\u00e3o tem pre\u00e7o. Faria tudo de novo. Com erros e com acertos&#8221;, diz emocionada.<\/p>\n<p>O Divisor de \u00c1guas: A Inclus\u00e3o<\/p>\n<p>O ponto de inflex\u00e3o em sua trajet\u00f3ria chegou em 2021, quando foi convidada a ser assessora do N\u00facleo de Apoio \u00e0 Acessibilidade e Inclus\u00e3o das Pessoas com Defici\u00eancia (Naai\/UECE). Sem experi\u00eancia pr\u00e9via na \u00e1rea, mas munida de sensibilidade e compromisso, Marisa mergulhou no desafio de transformar a inclus\u00e3o em uma quest\u00e3o sist\u00eamica na universidade.<\/p>\n<p>&#8220;A gente construiu, de fato, a base da inclus\u00e3o e da acessibilidade na UECE. N\u00f3s conseguimos transformar a inclus\u00e3o numa quest\u00e3o sist\u00eamica&#8221;, afirma com a consci\u00eancia de quem ajudou a estruturar pol\u00edticas e pr\u00e1ticas que hoje impactam toda a institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as foram concretas e significativas. Servidores da biblioteca aprenderam a receber estudantes com defici\u00eancia adequadamente. O Restaurante Universit\u00e1rio adaptou suas marmitas para alunos com seletividade alimentar. O sistema acad\u00eamico ganhou uma coluna espec\u00edfica para informa\u00e7\u00f5es de acessibilidade. &#8220;Todo mundo tem que entender que tem um pouco da responsabilidade&#8221;, enfatiza Marisa, defendendo uma abordagem coletiva para a inclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Hist\u00f3rias que Emocionam<\/p>\n<p>Os momentos mais marcantes de sua trajet\u00f3ria no Naai s\u00e3o as cola\u00e7\u00f5es de grau de estudantes com defici\u00eancia. &#8220;\u00c9 a atividade-fim da universidade se realizando. \u00c9 emocionante ver essas hist\u00f3rias sendo conclu\u00eddas e ver a alegria das fam\u00edlias&#8221;, relata com os olhos brilhando.<\/p>\n<p>Marisa guarda com carinho a mem\u00f3ria de Anderson, aluno surdo do curso de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, dan\u00e7ando quadrilha sem errar um passo, com o suporte dos int\u00e9rpretes do Naai. Recorda tamb\u00e9m de Elanine, que perdeu a vis\u00e3o aos 15 anos e hoje realiza est\u00e1gio supervisionado numa escola, acompanhada por um auxiliar que descreve os movimentos das crian\u00e7as em tempo real.<\/p>\n<p>Uma das hist\u00f3rias que mais a tocou foi a de um estudante que tentou o TCC quatro vezes antes de finalmente ser orientado com as adapta\u00e7\u00f5es certas. Ap\u00f3s sua aprova\u00e7\u00e3o, ele enviou uma carta de agradecimento ao n\u00facleo. &#8220;Como n\u00e3o ficar emocionada? Voc\u00ea recebe uma cartinha de agradecimento e percebe que valeu cada domingo trabalhado!&#8221;, indaga a professora aposentada.<\/p>\n<p>Uma Universidade de Acolhida<\/p>\n<p>Para Marisa, cada conquista carrega o esfor\u00e7o coletivo de uma rede que envolve professores, t\u00e9cnicos, gestores e fam\u00edlias, reafirmando o papel social da universidade p\u00fablica. Ela fala com profunda gratid\u00e3o sobre sua experi\u00eancia na UECE.<\/p>\n<p>&#8220;Eu tenho uma gratid\u00e3o &#8216;t\u00e3o&#8217; grande porque ser professora universit\u00e1ria nunca esteve nos meus planos. Foi sem planejamento e foi a melhor coisa que me aconteceu!&#8221;, declara. E complementa: &#8220;a UECE foi um espa\u00e7o de acolhida. Eu fui acolhida, e depois acolhi.&#8221;<\/p>\n<p>Essa filosofia de acolhimento \u00e9, segundo ela, o que sustenta a vida universit\u00e1ria. &#8220;A gente tem que estar sempre disposto a abra\u00e7ar as pessoas. \u00c9 muito bom ser abra\u00e7ado, mas tamb\u00e9m \u00e9 muito bom abra\u00e7ar.&#8221;<\/p>\n<p>Um Novo Tempo<\/p>\n<p>Agora, vivendo um novo tempo, Marisa se permite desacelerar. Dedica mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia, planeja viajar e cuidar da sa\u00fade. Eventualmente, pretende continuar contribuindo com aquilo que ama, como a audiodescri\u00e7\u00e3o, \u00e1rea em que foi uma das pioneiras na pesquisa acad\u00eamica. &#8220;Se eu voltar a trabalhar, vai ser de forma mais tranquila, no meu tempo, do meu jeito&#8221;, afirma com tranquilidade.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 algo que permanece inabal\u00e1vel: seu v\u00ednculo com a UECE. &#8220;Eu saio da UECE, mas a UECE n\u00e3o sai de mim&#8221;, diz com certeza. As resolu\u00e7\u00f5es que ajudou a escrever continuam vigentes. O Naai segue de p\u00e9, com uma equipe altamente qualificada. E por cada campus, h\u00e1 estudantes com defici\u00eancia que chegam, permanecem e se formam, em parte porque algu\u00e9m, l\u00e1 em 2021, resolveu recome\u00e7ar do zero.<\/p>\n<p>\u00c0 professora Marisa Aderaldo, a Universidade Estadual do Cear\u00e1 agradece o compromisso inabal\u00e1vel com a inclus\u00e3o e o legado transformador deixado para as gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p>Fonte: UECE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Legado de 25 anos deixa marcas profundas na universidade e na vida de centenas de estudantes Fortaleza \u2013 Ap\u00f3s 25 anos dedicados \u00e0 Universidade Estadual do Cear\u00e1 (UECE), a professora Marisa Ferreira Aderaldo encerra sua trajet\u00f3ria deixando um legado que vai muito al\u00e9m das salas de aula. Sua hist\u00f3ria \u00e9 a de uma mulher que reinventou sua vida profissional e, sem planejamento pr\u00e9vio, tornou-se uma das figuras mais importantes na constru\u00e7\u00e3o de uma universidade mais inclusiva e acess\u00edvel. Natural de S\u00e3o Paulo e formada pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Marisa chegou ao Cear\u00e1 em 1996 sem imaginar que a doc\u00eancia universit\u00e1ria seria seu destino. Ap\u00f3s duas d\u00e9cadas trabalhando no Banco do Brasil, ela decidiu recome\u00e7ar do zero. &#8220;Ser professora de universidade nunca esteve nos meus planos&#8221;, relembra com a seguran\u00e7a de quem fez a melhor escolha de sua vida. Da Sala de Aula \u00e0 Gest\u00e3o Universit\u00e1ria Iniciando como professora de portugu\u00eas, Marisa logo migrou para a l\u00edngua espanhola, sua verdadeira paix\u00e3o. Em 2003, ap\u00f3s ser aprovada em concurso p\u00fablico, consolidou sua posi\u00e7\u00e3o no curso de Letras do Centro de Humanidades. Mas a sala de aula, embora sempre seu lugar de pertencimento, n\u00e3o foi seu \u00fanico espa\u00e7o de atua\u00e7\u00e3o. Ao longo dos anos, ela transitou por diferentes setores da universidade, atuando como coordenadora do N\u00facleo de L\u00ednguas, no Laborat\u00f3rio de Tradu\u00e7\u00e3o Audiovisual (LATAV) e na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. &#8220;Meu cora\u00e7\u00e3o ainda pertence \u00e0 sala de aula&#8221;, afirma Marisa, guardando em seu cora\u00e7\u00e3o os reencontros com ex-alunos que se tornaram professores, pesquisadores e doutores. Uma de suas recorda\u00e7\u00f5es mais tocantes \u00e9 a de uma ex-aluna que, duas d\u00e9cadas depois, lembrava-se de um texto sobre o discurso de Garc\u00eda M\u00e1rquez ao receber o Nobel. &#8220;Isso n\u00e3o tem pre\u00e7o. Faria tudo de novo. Com erros e com acertos&#8221;, diz emocionada. O Divisor de \u00c1guas: A Inclus\u00e3o O ponto de inflex\u00e3o em sua trajet\u00f3ria chegou em 2021, quando foi convidada a ser assessora do N\u00facleo de Apoio \u00e0 Acessibilidade e Inclus\u00e3o das Pessoas com Defici\u00eancia (Naai\/UECE). Sem experi\u00eancia pr\u00e9via na \u00e1rea, mas munida de sensibilidade e compromisso, Marisa mergulhou no desafio de transformar a inclus\u00e3o em uma quest\u00e3o sist\u00eamica na universidade. &#8220;A gente construiu, de fato, a base da inclus\u00e3o e da acessibilidade na UECE. N\u00f3s conseguimos transformar a inclus\u00e3o numa quest\u00e3o sist\u00eamica&#8221;, afirma com a consci\u00eancia de quem ajudou a estruturar pol\u00edticas e pr\u00e1ticas que hoje impactam toda a institui\u00e7\u00e3o. As mudan\u00e7as foram concretas e significativas. Servidores da biblioteca aprenderam a receber estudantes com defici\u00eancia adequadamente. O Restaurante Universit\u00e1rio adaptou suas marmitas para alunos com seletividade alimentar. O sistema acad\u00eamico ganhou uma coluna espec\u00edfica para informa\u00e7\u00f5es de acessibilidade. &#8220;Todo mundo tem que entender que tem um pouco da responsabilidade&#8221;, enfatiza Marisa, defendendo uma abordagem coletiva para a inclus\u00e3o. Hist\u00f3rias que Emocionam Os momentos mais marcantes de sua trajet\u00f3ria no Naai s\u00e3o as cola\u00e7\u00f5es de grau de estudantes com defici\u00eancia. &#8220;\u00c9 a atividade-fim da universidade se realizando. \u00c9 emocionante ver essas hist\u00f3rias sendo conclu\u00eddas e ver a alegria das fam\u00edlias&#8221;, relata com os olhos brilhando. Marisa guarda com carinho a mem\u00f3ria de Anderson, aluno surdo do curso de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, dan\u00e7ando quadrilha sem errar um passo, com o suporte dos int\u00e9rpretes do Naai. Recorda tamb\u00e9m de Elanine, que perdeu a vis\u00e3o aos 15 anos e hoje realiza est\u00e1gio supervisionado numa escola, acompanhada por um auxiliar que descreve os movimentos das crian\u00e7as em tempo real. Uma das hist\u00f3rias que mais a tocou foi a de um estudante que tentou o TCC quatro vezes antes de finalmente ser orientado com as adapta\u00e7\u00f5es certas. Ap\u00f3s sua aprova\u00e7\u00e3o, ele enviou uma carta de agradecimento ao n\u00facleo. &#8220;Como n\u00e3o ficar emocionada? Voc\u00ea recebe uma cartinha de agradecimento e percebe que valeu cada domingo trabalhado!&#8221;, indaga a professora aposentada. Uma Universidade de Acolhida Para Marisa, cada conquista carrega o esfor\u00e7o coletivo de uma rede que envolve professores, t\u00e9cnicos, gestores e fam\u00edlias, reafirmando o papel social da universidade p\u00fablica. Ela fala com profunda gratid\u00e3o sobre sua experi\u00eancia na UECE. &#8220;Eu tenho uma gratid\u00e3o &#8216;t\u00e3o&#8217; grande porque ser professora universit\u00e1ria nunca esteve nos meus planos. Foi sem planejamento e foi a melhor coisa que me aconteceu!&#8221;, declara. E complementa: &#8220;a UECE foi um espa\u00e7o de acolhida. Eu fui acolhida, e depois acolhi.&#8221; Essa filosofia de acolhimento \u00e9, segundo ela, o que sustenta a vida universit\u00e1ria. &#8220;A gente tem que estar sempre disposto a abra\u00e7ar as pessoas. \u00c9 muito bom ser abra\u00e7ado, mas tamb\u00e9m \u00e9 muito bom abra\u00e7ar.&#8221; Um Novo Tempo Agora, vivendo um novo tempo, Marisa se permite desacelerar. Dedica mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia, planeja viajar e cuidar da sa\u00fade. Eventualmente, pretende continuar contribuindo com aquilo que ama, como a audiodescri\u00e7\u00e3o, \u00e1rea em que foi uma das pioneiras na pesquisa acad\u00eamica. &#8220;Se eu voltar a trabalhar, vai ser de forma mais tranquila, no meu tempo, do meu jeito&#8221;, afirma com tranquilidade. Mas h\u00e1 algo que permanece inabal\u00e1vel: seu v\u00ednculo com a UECE. &#8220;Eu saio da UECE, mas a UECE n\u00e3o sai de mim&#8221;, diz com certeza. As resolu\u00e7\u00f5es que ajudou a escrever continuam vigentes. O Naai segue de p\u00e9, com uma equipe altamente qualificada. E por cada campus, h\u00e1 estudantes com defici\u00eancia que chegam, permanecem e se formam, em parte porque algu\u00e9m, l\u00e1 em 2021, resolveu recome\u00e7ar do zero. \u00c0 professora Marisa Aderaldo, a Universidade Estadual do Cear\u00e1 agradece o compromisso inabal\u00e1vel com a inclus\u00e3o e o legado transformador deixado para as gera\u00e7\u00f5es futuras. Fonte: UECE<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4874,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-4873","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4873","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4873"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4873\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4875,"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4873\/revisions\/4875"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4874"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4873"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4873"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindesp.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4873"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}